sábado, 8 de novembro de 2014

Cavalheiro perfeito.

Cavalheiro perfeito.
Tenho escrito, nas linhas da alma na esperança de torna-la calma.
De esquecer os Sonhos e contos, as palavras de fabula que entorpecem os sentidos.
Distorce a razão, sintomas de um vírus sem cura, sem sentido.
Droga viciante, veneno lancinante que inflama minhas veias aquece por dentro.
Enquanto luto contra sintoma mais letal, sob a mascara forjada em meu rosto, de honra e respeito.
O cavalheiro perfeito.
Que não sofre ou se abala, cuja gloria disfarça, a maldição e a chaga o vicio da alma.
Percorre veloz o sangue e destrói a resistência o orgulho a arrogância e frieza e  toda a certeza.
Do que seu olhar deseja enquanto trocamos sussurros silenciosos, meus lábio lamentosos anseiam ter-te.

  B.M.

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