domingo, 4 de outubro de 2015

Insensatez Libidinosa.


Ha em mim uma paixão irreverente, um carinho tão ardente que consome a razão destes dias, desejo de possuir, corpo e alma, de apossar-me da carne, de acariciar a pele  enquanto arranco um ronronar gorgolejante de prazer e tentação, percorre com dedos longos e ágeis, leves movimentos de histeria libidinosa e ainda assim inocente, pecado tão saboroso, inebriante, vinde a mim, reivindica então estes momentos de insensatez.

Queima a pele percorre o corpo com caricias doces, reclamando para se meus dons enquanto me consome na própria tentação, arrepiando meus músculos, fazendo-os enrijecer enquanto caminhas em mim desejo, percorre minha nuca com pequenos e ardentes beijos selados, então deixe, que percorra agora tua própria pele, consumindo então seus suspiros, seu fôlego, ate que de teus lábios só uma respiração dolorosamente prazerosa e ofegante salte, e então deixe-me recomeçar, cobrindo todo o teu corpo com beijos vorazes, como se com cada um deles pudesse devora-la, fazendo-a reagir em êxtase e que quando por fim houver um clímax, recomecemos do zero, com todo o carinho libidinoso que de nossos corações puder surgir...

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